
|
SORRIA!
....
![]()
ARME-SE MAIS! FAÇA CONTATO AQUI Visite CONFISSÕES DO SOBRETUDO Tecnologias 2000 Observatório da Imprensa Claudio Humberto Olavo de Carvalho Paulo Francis Paulo Francis (Novo) Leia Todos os Arquivos do Sobretudo Aqui on-line
Dicas: |
Não possuo nenhuma expectativa maior em relação às pessoas. Convivo com elas na sua justa medida. O impossível na raça humana são justamente as pessoas. Definitivamente, o silêncio não é dos inocentes. Por mais que eu pense bem ou mal das pessoas, elas sempre me surpreendem.O Blog é uma "Carta de Intenções" raramente cumprida. Eu vivo dos meus desequilíbrios* Copyright Nicka. Sempre teremos Paris.... Toda mulher deveria ter quatorze anos.(Nelson Rodrigues) Fez-se da vida uma aventura errante (Vinicius de Moraes) A calma é inimiga da perfeição "Não importa. Tente outra vez. Fracasse outra vez. Fracasse melhor" Samuel Beckett "Toda mulher devia ser a Sandra Bullock" "A Tsunami é Aqui!" "Sou uma espécie de Glória Magadan da vida real" "O chato em essência não existe...O chato é, antes de tudo, uma visão do outro..." "A fecundação é muito parecida com o garçom que mistura leite ao café. Apenas isso. O início da gravidez é um café com leite." "A Internet, repito, imbeciliza as pessoas." "O que as pessoas chamam cultura não é senão um termo pitoresco para a sua ignorância." Saul Bellow. "Quanto mais conheço analisandos, mais desprezo a Psicanálise." "Dormir de dia é um suicídio inconcluso" "O uísque é como um GATO engarrafado. O melhor amigo do Homem" Vinícius e Geraldo "A vida é como executar um concerto de violino ao mesmo tempo em que se aprende a tocar o instrumento"Samuel Butler "A pior forma de solidão é a companhia de um paulista" Nelson Rodrigues "Ser me ocupa bastante" A. Gide "Nada como a brancura cadevérica de um Pé" "Acordar é como um renascer com as cartas marcadas "A fé sem liturgia não tem o fulgor, não tem nada feérico, é como uma fé apagada, inexplicável, pequena, dúbia". "Matar-se é fazer poesia!". "'Quando homens pequenos lançam grandes sombras, é porque a noite está chegando" Nathaniel Lee "Só o suicida morre dignamente". Caminho de cabeça baixa pela praia da vida catando uma esperança. Todos os dias são para mim meu último dia. Um dia, sem me dar conta, meu dia será o último para todos. . O Orkut é uma espécie de lembrança e alerta virtual para um possível não vivido. . |
27.3.07
|
9.3.07
|
o fracasso definitivo das mulheres o homem (ser) contemporâneo deixa a casa dos pais muito mais tarde do que antes, deixa agora quando está formado e inserido no mercado de trabalho. a mulher, em partuicular, para sustentar o passo dado nos anos 50 e 60 de uma certa liberalização (movimento que merece uma reflexão menos emocional) também tem sua existência engolida (mesmo autofagicamente) pela necessidade de se assumir. a mulher não se assume, como querem fazer parecer, academicamente ou profissionalmente. essas são posições galgadas pela via natural do estudo e do trabalho. criaram, as mulheres, uma imagem (por elas mesmas absorvidas) de idenpendência ainda verbalizando a queima de sutiãs e o advento da pílula. uma balela histórica. na troca de informações com outras pessoas, percebo hoje um inconsciente coletivo paralelo ao descrito por jung. o inconsciente coletivo das mulheres traz em si, de forma avassaladora a autofagia gerada no engano histórico das suas prerrogativas. a mulher, que no passado tinha o homem como o provedor da casa e ela mesma era a coordenadora desse mesmo lar-família, assumiu o seu papel na sociedade como de fato era necessário, mas não se livrou em momento algum da sua condição inferior, atávica, de ser concebida, nascer já como segundo sexo. a mulher de hoje, acadêmica e ocupante de todos os cargos de gerenciamento empresarial, não difere em nada da dona de casa de setenta anos atrás porque hoje, amparada na academia e no mercado de trabalho, mantem-se diferente, quase como uma segunda raça. contemporaneamente, já sob esse incosnciente coletivo particular ao sexo, a mulher claudica (caindo muitas vezes!), não se realiza como pessoa, filosoficamente. não é a inveja do pênis aventada pelo dr. freud, mas uma condição anterior, uma fragilidade ancestral que inverte todos os papéis desse jogo-vida ao impor à mulher a consciência sempre alerta de que ela se emancipou, como se a emancipação fosse um ganho especial, produto de uma conquista eqüidistante do universo masculino. e isso, não admitem porque não sabem, é vivenciado todo o tempo. com a suposta emancipação, a mulher criou para si própria a armadilha de ser inferior exatamente por necessitar, inconscientemente, colocar-se como uma 'igual'. esse fato em si, a desqualifica, devolve a mulher à condição de ser de segunda classe, submissa à posição ocupada, travestida de uma certa conquista que, se realmente se deu, fracassou pela própria incompreensão dessa mesma mulher. a coisa piora muito mais quando analisamos de um ponto de vista mais ordinário, onde a mulher se perde da sua condição ao não engravidar, não casar e toda a sorte de arapucas que se auto-inflinge exatamente sob a falsa bandeira da independência que traz em seu bojo o pesado fardo da dependência e inferioridade de per-si, talvez não socialmente, mas de maneira diversa, cruel porque vive num mundo irreal, ali nascendo, produzindo e morrendo. iludida com a suposta independência, a mulher cria uma sociedade toda especial, tirânica, não com o homem que não está na disputa porque ele é concebido já como tal, mas uma tirania global que está refletida hoje em todo o campo cultural e prático da vida cotidiana. é verdade que, em alguns casos, a mulher exerce sua tirania com os machos, mas é, antes, com ela, mulher, que essa tirania se exacerba tomando contornos universais e intransponíveis que, por inqüestionáveis, impedem um certo retrocesso 'para a frente', filosófico, movimento que a (re) conduziria ao estado puro, desconhecido gozo contemporãneo de ser mulher tal como é originariamente. |